Aborto
Caminho que cure a febre que de leve me leve ao submundo me eleve meus defeitos releve ilumina e segue mina e cegue. Pouco importa a substância o teor interessa quero agora, tenho pressa necessito da importância. Talvez seja pedir demais só queria respeito poder chorar sozinho escolher o caminho sem ser suspeito. Fazer bem ou mal feito mas fazer do meu jeito agonizar no meu leito não deitar, acariciar o seu peito. Caminho torto, aborto faz-me morto. Só queria poder pensar e agir só queria o poder de poder escolher.
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
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